Como disse no post anterior, começamos nossa viagem em Roma. A viagem de ida foi tranquila. Saímos de Brasília (Brasil) por volta das 18h30 e chegamos em Lisboa (Portugal) às 6h (GMT-1, ou seja, 2h em Brasília). Três horas depois, já embarcamos em um avião menor, com destino a Roma (Itália). O voo mal durou 2h30.

Estátua Monte Capitolino

Como fomos via TAP, a hora de retirar as bagagens em Roma foi o maior corre e corre. Já fica a dica para quem vai para Roma via TAP: o terminal para retirada das bagagens é o terminal 3 (basta procurar por T3 nas placas suspensas por todo o aeroporto). Não sei como mas, tudo mundo (menos nós), sabia qual era o terminal certo. Fomos parar no T1, T2 e nada do nosso voo aparecer na lista de voos nesses terminais. Depois de pedir mil informações (e só ouvir: “destro, destro”…), fomos para fora do prédio e viramos a direita como eles tanto sugeriram para nós. Caminhamos um bocado e achamos o bendito T3.

Logo de cara sentimos que os italianos não eram muito receptivos. Até agora é difícil de compreender como pessoas que trabalham no aeroporto não fazem a menor questão de entender o que falávamos em inglês. Enfim, pegamos nossas malas e já fomos abordados por vários motoristas de minivans pretas que prometem preço bem mais em conta que os €48,00 que os táxis do governo cobram pelo percurso Aeroporto Fiuminico – Centro de Roma. De primeira não aceitamos, mas depois, fomos conduzidos (para não dizer “induzidos”) para uma dessas minivans, onde se encontrava uma inglesa bem simpática no banco da frente. Depois de passarmos mais 20 minutos conversando, enquanto esperávamos o motorista, a inglesa compartilhou a informações que havia recebido naquele momento da sua chefe italiana (via mensagem), onde ela alertava para que nós saíssemos da minivan o mais rápido possível e pegássemos um táxi, pois elas não eram nada confiáveis.

Aflitos com a informações, saímos correndo do automóvel e decidimos, finalmente, pegar um táxi. Como regra dessas cidades grandes, só podemos pegar os táxis que estão no início da fila. Seguindo então essa regra imposta pelos próprios taxistas, pegamos o primeiro táxi que nos informou que a taxa até o centro era de €60,00 e não de €48,00, como estabelecido pelo governo. Sem muitas opções, decidimos por esse meio de transporte. No meio da corrida (e que corrida, já que o motorista dirigia feito um louco), ele inventou de ligar para um tal de Tiago e só falava aos sussurros. Pronto! Foi aí que nos olhamos, já tentando arranjar uma forma de pedir ajuda caso fôssemos “sequestrados”.

Brincadeiras a parte, não fomos sequestrados e chegamos no hotel sãos e salvos, pagando “apenas” o valor dos €60,00. Aproveitamos o que restou do dia para descansar da viagem e conhecer um pouquinho as redondezas do hotel. Ficamos hospedados no Aran Mantegna (do grupo Barceló). Um bom hotel, com um café da manhã farto, porém, longe do centro, o que dificultou o transporte no dia que ficamos por conta.

Nesse dia, aprendemos que pegar táxi em cidades que vocês não conhece pode ser extremamente aterrorizante e/ou resultar em boas risadas quando lembramos da situação. E olhem que esse foi apenas o primeiro dia de viagem.

Até a próxima!

Beijus…

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